Os Nossos Convidados
Quem são e por que aceitaram participar?
Tatiana Pignataro
Ginecologista obstetra que atua em consultório particular e faz plantão no Centro Hospitalar de Niterói (CHN)
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“Aceitei porque acredito que precisamos mudar a forma de nascer. Que cada parto é único e inesquecível para aquela família, sendo assim, cada parto merece carinho, cuidado e respeito.”
Marcos Vinicius Martins
Cardiologista e ex-diretor geral do Centro Hospitalar de Niterói (CHN)
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“Foi com muito prazer e desejo de ajudar que decidi aderir ao convite da entrevista, na esperança de tentar esclarecer e contribuir de alguma forma para um melhor entendimento do segmento da saúde”
Jacqueline Motuori
Professora da Faculdade Souza Marques e
ginecologista obstetra plantonista no Hospital Municipal Miguel Couto
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“Aceitei participar desse trabalho pois oferecer um parto "humanizado", acolhedor, com carinho e compreensão faz parte da minha proposta de ser obstetra, mas nunca de forma radical onde pode haver risco para o binômio mãe-bebê”
Rebecca Figueiredo
Doula e educadora perinatal

“Aceitei participar desse trabalho porque a escolha do tema foi incrível, e eu, como mãe e mulher e Doula que trabalha com parto, não poderia deixar de dar a minha colaboração para esse material rico em informação. Me deixa muito feliz ver mulheres que já se preocupam em levar um jornalismo sério e comprometido para as pessoas, em meio a era da desinformação!”
Denizar Vianna
médico, doutor em Saúde Coletiva e professor titular da Faculdade de Medicina da UERJ e Secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde
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“A pesquisa comparativa sobre parto normal e cesariana na rede pública e privada será importante para a formulação das políticas de saúde no Brasil. Parabéns a Luana e Juliana pelo trabalho de qualidade”
Julia Rapozo
Atriz e mãe de Amora
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“Aceitei contribuir com o projeto por acreditar que as mulheres merecem ter acesso à essas informações e têm o direito de escolher qual parto fazer! Acredito que esse TCC irá ajudar muitas mulheres, parabéns meninas <3”
Renata Vidal
Enfermeira obstétrica

“O protagonismo do parto vem da mulher que vai parir e do bebê que vai nascer, ninguém melhor do que a mulher que está passando passando pelo processo sabe no mais profundo o que ela precisa para poder fazer a vida nascer, a não ser, ela… Parto é escolha, parto é carimbar o passaporte para a viagem mais profunda que a mulher escolhe vivenciar, parir e aceitar essa viagem de passaporte carimbado tendo a certeza que o roteiro dessa escolha só se descobre vivendo. Olha só que surpresa, parir não seria vida?! Precisamos olhar para a escolha da mulher com muito respeito, dando a ela o protagonismo da sua vida”
Adélia Selene Senna
Anestesiologista

“Nós não conseguimos vivenciar tudo que gostaríamos, então se cada um dividir um pouquinho do que sabe todos acabam aprendendo um pouquinho de tudo. Não existe evolução sem aprendizado”
Rogério Lacé
Ginecologista obstetra da Prefeitura do Rio de Janeiro e perito no Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCERJ)

“Acho de suma importância saber que o médico é uma pessoa pública, que na maioria das vezes dedica mais tempo para seus pacientes, do que para sua própria família. Horas de dedicação com pouco entendimento e muita cobrança em um ser humano que vive problemas, sofre com as perdas, morre de medo do fracasso, persegue a vitória, mas muitas vezes tem que esperar a vontade de Deus e aguardar na fé aquilo que foge ao seu controle e de todo aparato disponível na sua profissão”
Thaisa Beatriz
Advogada com pós graduação em Direito do
Consumidor, Direito Médico e da Saúde

“Aceitei participar porque acredito no poder da informação para transformar realidades e sei, como ex-estudante, a importância de projetos como este para dar voz a temas tão urgentes como a violência obstétrica. Durante a entrevista, fiquei impressionada com a seriedade e dedicação das estudantes ao abordar um tema tão sensível, o que reforça minha confiança no impacto positivo deste trabalho”
Marcelle Veloso
Médica da família no Sistema Único de Saúde
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“Concordei em participar do trabalho porque considero o tema sensível e contemporâneo. Abordar as vias de parto, a possibilidade de participação da gestante nesse processo, a segurança do binômio mãe-bebe, pra alem da expectativa financeira do mercado que se transformou a medicina em geral, é um ato de serviço. De garantia de direitos e de disseminação de informações baseadas em estudos ao redor de todo o mundo. Sair da esfera financeira de lucros e ir rumo a uma prática mais humana quando se trata de saúde, gestação e nascimento é fundamental”
Flávia Braga
Diretora da agência de marketing Betc Havas
